Pular para o conteúdo principal

PASSOS E ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAR UM PROGRAMA DE QUALIDADE COM EFICIÊNCIA

1. Primeiramente deve-se buscar o consenso quanto a Visão de futuro da instituição. Ainda nesta fase, se define a Missão da organização, que consiste em estabelecer os caminhos para garantir a concretização da Visão.


2. O próximo passo é a execução de um ciclo de palestras dirigido a todos os funcionários, enfocando a importância da qualidade e o compromisso da empresa, na pessoa de seu dirigente. Este ciclo de palestras é denominado Sensibilização para a Qualidade e objetiva o nivelamento conceitual de todos os funcionários da empresa.

3. Com os conceitos nivelados, a próxima ação é preparar toda hierarquia da empresa (diretores, gerentes, chefes, supervisores e outros) em técnicas de liderança, motivação e comunicação para a qualidade. Esta atividade ajudará a sustentar o processo de gestão da qualidade na empresa, principalmente no que se refere a administração dos funcionários.

4. Após a preparação comportamental da hierarquia, é hora de capacitar todos em técnicas e ferramentas da qualidade.O objetivo deste passo é instrumentalizar os funcionários em habilidades para solução de oportunidades de melhoria, utilizando a prática das atividades em equipe. Dentre as técnica recomendadas estão Brainstorming (Tempestade de Idéias); Consenso; Eficácia de Trabalhos em Equipe; Uso da Estrela Decisória. E dentre as ferramentas: Histograma; Diagrama dos 4M's; Seqüencial de Ishikawa; e outras como: Cartas de Controle; Análise de Pareto; Estrela Decisória.

5. A essa altura, todos os funcionários estarão preparados - ou pelo menos informados - para a participação ativa num Programa de Qualidade. Resta integrá-los em atividades participativas que estimulem a busca contínua de melhoria (Kaizen). Neste processo implanta-se os Times da Qualidade (TQ's), em nível tático e operacional. TQ's são pequenos grupos de funcionários que realizam reuniões semanais para desenvolverem projetos de melhoria no âmbito da qualidade, da produtividade, da redução de custo, da desburocratização, do desperdício, etc. Cada grupo é coordenado pela hierarquia imediatamente superior.

6. Com os Times da Qualidade em ação, deve-se planejar a aplicação de atividades que mantenham o engajamento do Programa de Qualidade.

7. Com a mobilização para a qualidade em ação, conforme a seqüência dos passos de 1 a 6, resta a organização da empresa quanto aos seus procedimentos, instruções de trabalho, Manual da Qualidade e registros. Esta ação sobre o sistema da qualidade complementa todo processo de mobilização e capacitação dos funcionários em direção à Qualidade Total.

Diversos são os métodos, técnicas e procedimentos administrativos e produtivos à disposição do meio organizacional. Alguns já existentes há muito tempo, outros adaptados ao novo contexto ou criados diante da influência das novas tecnologias ou expectativas do mercado.

Não há modelo ideal ou padrão, o que existe são modelos que se adaptam as necessidades da organização e ao mesmo tempo estão alinhados com seus aspectos culturais. É preciso que o nível gerencial esteja capacitado para identificar o melhor caminho para a busca da melhoria dos processos e produtos. Com a Gestão Participativa a melhoria da qualidade e da produtividade serão alvos possíveis de serem alcançados. E ficam algumas dicas a serem aplicadas de acordo com a discussão anterior.

1. Melhorará o relacionamento interpessoal entre os colaboradores;
2. Trará benefícios no convívio entre empregadores e trabalhadores;
3. Estimulará a confiança e a capacidade de trabalho de todos na empresa;
4. Criará um ambiente democrático nas relações de trabalho, com responsabilidade definidas;
5. Possibilitará uma maior valorização e melhores perspectivas para os empregados e empregadores.

Assim, todos serão beneficiados com o processo de qualidade bem definido.


BIBLIOGRAFIA

  • BORGES, André. Gestão pela Qualidade, artigo publicado no SYXT,p. 6-54 -  Agosto,2006.
  • NOGUEIRA, Carlos Eduardo Guedes. Evolução de gerenciamento pela qualidade total para o modelo das organizações de aprendizagem. Gestão& Regionalidade nº 63 , p. 54-69– Janeiro-Abril,2006.
  • CUNHA, Miguel Pina e. CUNHA João Vieira da. DAHAB, Sônia.Gestão da Qualidade: uma abordagem Dialéctica.REAC, edição especial, 2001 p. 197-215.


Comentários

Mensagem

Mensagem

Postagens mais visitadas deste blog

MINERAÇÃO ONÇA PUMA -OBRA 273 - OURILANDIA DO NORTE - PARÁ

MARÇO/2010 TRANSPORTADORES DE CORREIA -                VENTILADORES EM BAIXO DA GALERIA DREYER PRECIPITADORES SILOS DE PÓ, SILOS DE MINERIO SECO                                                                                                   CHAMINÉ GALPAO ESTOCAGEM DE EMERGENCIA DE MINERIO KILN LAVADOR DE GASES MÁQUINAS DE PÁTIO EMPILHADEIRA E RECUPERADORA MONTAGEM DO 4. PRECIPITADOR EM MONTAGEM PRECIPITADORES PRECIPITADORES SILOS DE PÓ, SILOS DE MINERIO SECO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE AGUA - ASPIRAL

CIRURGIA PARA VOLTAR A OUVIR - IMPLANTE COCLEAR

O MILAGRE DA AUDIÇÃO IMPLANTE COCLEAR OU "OUVIDO BIONICO" Crianças e adultos vítimas de surdez profunda e sem poder aquisitivo para bancar uma cirurgia corretiva podem ter esperanças de voltar a escutar. Basta que o implante coclear seja indicado para o seu tipo de problema. Isso por que o SUS (Sistema Único de Saúde) já oferece esse tipo de operação em hospitais de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Desde 1990, 700 pessoas já foram beneficiadas. Em breve, o Rio de Janeiro também entrará na lista com o credenciamento do Hospital Gafrée e Guinle pelo Ministério da Saúde. A cirurgia é indicada para pessoas que não podem usar aparelhos auditivos convencionais.“É um procedimento de alta complexidade e o Sistema Único de Saúde arca com os todos os custos”, explica o Dr. Fernando Portinho, otorrinolaringologista, professor da Escola de Medicina da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e coordenador do projeto.O tratamento com

FAMILIA GUERARD, GHERARDI, GERARDI, GIRARDI

MINHA ÁRVORE GENEALÓGICA MEU NOME É MONIQUE, Meu tataravô ( LOURENÇO GHERARDI ) , minha tataravó ( ADELIA FERRAGATTI ) ele filho de ( LOURENÇO GHERARDI E DOROTEIA PERONO ), ela filha de ( GIACOMO FERRAGATTI E IRENE OZELIO) . meu bisavô materno ( LOURENçO FRANCISCO GHERARDI) e minha bisavó materna (VIRGINIA TAVARES ALBERGARIA GHERARDI ) , minha avó materna (ELZI GUERARDI NASCIMENTO) e meu avô materno (LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO), meus pais (MARIA DA GLORIA DO NASCIMENTO SOUZA e ADÃO HELIO DE SOUZA). Família Gerardi Em 06 de março de 1895 chegou ao porto de Santos, desembarcando do navio “ARNO” uma família vinda da região de Treviso, norte da Itália que se apresentou como  FAMÍLIA GIRARDI , mas por falha de grafia do oficial de registros da imigração o sobrenome passou a ser  GERARDI. Assim podemos considerar como origem da família o sobrenomeGIRARDI e a geração que que ficou no Estado de São Paulo, GERARDI. OLHA COMO É GRANDE A FAMILIA GUERARDI...  ESSES PARENTE