Pular para o conteúdo principal

Laboratório de Quimica

FACULDADE DE ENGENHARIA
QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I
Lab1: Análise Volumétrica
1. Objetivos
 Conhecer equipamentos e técnicas de medidas de volumes em laboratório.
 Utilizar técnicas de medida de volume de líquidos e pesagem para determinar a densidade da água.

2. Conceitos Envolvidos
 Densidade de líquidos
 Efeito da temperatura sobre a densidade de líquidos
 Construção de gráficos e obtenção de parâmetros a partir de sua análise.

 
3. Introdução Teórica
Em trabalhos de laboratório as medidas de volumes aproximadas são efetuadas na quase totalidade dos casos com provetas graduadas, cálices graduados e, de modo menos preciso,em béqueres com escala. Já as medidas volumétricas precisas são realizadas com aparelhos volumétricos.
A prática de análise volumétrica requer a medida de volumes líquidos com elevada precisão. Para efetuar tais medidas são empregados vários tipos de aparelhos, que podem ser classificados em duas categorias:
 Aparelhos calibrados para escoar a volumes determinados (pipetas e buretas).
 Aparelhos calibrados para conter um volume líquido (balões volumétricos).


  
A medida de volume líquido (com qualquer dos referidos aparelhos) está sujeita a uma série de erros devidos às seguintes causas:
a) Ação da tensão superficial sobre superfícies líquidas.
b) Dilatação e contração provocadas pela variação de temperatura.
c) Calibração imperfeita dos aparelhos volumétricos.
d) Erros de paralaxe.
A leitura de volumes de líquidos claros deve ser feita pela parte inferior e a de líquidos escuros pela parte superior do menisco .
Quanto à densidade, essa é uma propriedade intensiva que pode ser medida através da relação entre massa e volume de um material. Uma vez que essa relação depende intrinsecamente da temperatura é importante, ao medir experimentalmente esses valores considerar essa variável fazendo medidas em condições de temperatura conhecida e constante.


 
Balões Volumétricos
Os balões volumétricos são balões de fundo chato e gargalo comprido calibrado para conter volumes determinados de líquidos e são especialmente usados na preparação de soluções de concentração conhecida e/ou para análises quantitativas.



 

Pipetas
Existem duas espécies de pipetas:
a. Pipetas volumétricas ou de transferência, construídas para dar escoamento a um volume definido de líquido.
b. Pipetas graduadas que servem para livrar volumes variáveis de líquidos.
Todos os líquidos devem ser introduzidos na pipeta através da sucção com pera de borracha de três válvulas. Nunca pipete com a boca.


 
Buretas
As buretas servem para dar escoamento a volumes variáveis de líquidos. São providas de dispositivos permitindo o fácil controle do escoamento.
Para o uso com soluções que possam sofrer o efeito da luz, são recomendadas buretas de vidro castanho.
As torneiras das buretas devem ser levemente lubrificadas para que possam ser manipuladas com maior facilidades (graxa de silicone).
Quando se calibra uma bureta (acerto do zero) deve-se tomar o cuidado de eliminar todas as bolhas de ar que possam existir.










4. Procedimento Experimental
Parte A: Medidas de precisão
a. Encher uma bureta com água, acertando o menisco e verificando se não há bolhas de ar em alguma parte e principalmente, perto da torneira. Transferir para um erlenmeyer.
b. Repetir o procedimento anterior e transferir o volume para um béquer.
c. Idem e transferir para uma proveta.
d. Comparar a precisão das escalas.

Parte B:Densidade da Água
Antes de iniciar meça a temperatura ambiente no laboratório.
Adicione a um béquer 10mL de água utilizando uma bureta para a medida. Meça com a máxima precisão possível a massa dessa quantidade de água em uma balança analítica. Adicione mais 10 mL de água ao béquer e volte a medir a massa. Repita esse procedimento com adições sucessivas de 10mL até que um volume total de 50,00mL. Calcule a densidade da água nesta temperatura e compare com resultados encontrados na literatura.




5. Referências Bibliográficas

 TRINDADE, Diamantino Hernandes e outros. Química Básica Experimental, São Paulo: Editora Ícone, 1993.
 GIESBRECHT, E. et al, Experiências de Química, Técnicas e Conceitos


Comentários

Mensagem

Mensagem

Postagens mais visitadas deste blog

MINERAÇÃO ONÇA PUMA -OBRA 273 - OURILANDIA DO NORTE - PARÁ

MARÇO/2010 TRANSPORTADORES DE CORREIA -                VENTILADORES EM BAIXO DA GALERIA DREYER PRECIPITADORES SILOS DE PÓ, SILOS DE MINERIO SECO                                                                                                   CHAMINÉ GALPAO ESTOCAGEM DE EMERGENCIA DE MINERIO KILN LAVADOR DE GASES MÁQUINAS DE PÁTIO EMPILHADEIRA E RECUPERADORA MONTAGEM DO 4. PRECIPITADOR EM MONTAGEM PRECIPITADORES PRECIPITADORES SILOS DE PÓ, SILOS DE MINERIO SECO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE AGUA - ASPIRAL

CIRURGIA PARA VOLTAR A OUVIR - IMPLANTE COCLEAR

O MILAGRE DA AUDIÇÃO IMPLANTE COCLEAR OU "OUVIDO BIONICO" Crianças e adultos vítimas de surdez profunda e sem poder aquisitivo para bancar uma cirurgia corretiva podem ter esperanças de voltar a escutar. Basta que o implante coclear seja indicado para o seu tipo de problema. Isso por que o SUS (Sistema Único de Saúde) já oferece esse tipo de operação em hospitais de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Desde 1990, 700 pessoas já foram beneficiadas. Em breve, o Rio de Janeiro também entrará na lista com o credenciamento do Hospital Gafrée e Guinle pelo Ministério da Saúde. A cirurgia é indicada para pessoas que não podem usar aparelhos auditivos convencionais.“É um procedimento de alta complexidade e o Sistema Único de Saúde arca com os todos os custos”, explica o Dr. Fernando Portinho, otorrinolaringologista, professor da Escola de Medicina da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e coordenador do projeto.O tratamento com

FAMILIA GUERARD, GHERARDI, GERARDI, GIRARDI

MINHA ÁRVORE GENEALÓGICA MEU NOME É MONIQUE, Meu tataravô ( LOURENÇO GHERARDI ) , minha tataravó ( ADELIA FERRAGATTI ) ele filho de ( LOURENÇO GHERARDI E DOROTEIA PERONO ), ela filha de ( GIACOMO FERRAGATTI E IRENE OZELIO) . meu bisavô materno ( LOURENçO FRANCISCO GHERARDI) e minha bisavó materna (VIRGINIA TAVARES ALBERGARIA GHERARDI ) , minha avó materna (ELZI GUERARDI NASCIMENTO) e meu avô materno (LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO), meus pais (MARIA DA GLORIA DO NASCIMENTO SOUZA e ADÃO HELIO DE SOUZA). Família Gerardi Em 06 de março de 1895 chegou ao porto de Santos, desembarcando do navio “ARNO” uma família vinda da região de Treviso, norte da Itália que se apresentou como  FAMÍLIA GIRARDI , mas por falha de grafia do oficial de registros da imigração o sobrenome passou a ser  GERARDI. Assim podemos considerar como origem da família o sobrenomeGIRARDI e a geração que que ficou no Estado de São Paulo, GERARDI. OLHA COMO É GRANDE A FAMILIA GUERARDI...  ESSES PARENTE